|
|
|||
|
|
Newsletter nº 290 - Ano VII - 21 de Junho de 2007 |
||
|
|
AUTISMO
A palavra
"autismo" foi cunhada por Eugene Bleuler, em 1911,
para descrever um sintoma da esquizofrenia,
que definiu como sendo uma "fuga da realidade". Kanner e Asperger
usaram a palavra para dar nome aos sintomas que observavam em seus
pacientes. O trabalho de Asperger só
veio a se tornar conhecido nos anos 1970,
quando a médica inglesa Lorna Wing traduziu seu trabalho para o inglês. Foi a
partir daí que um tipo de autismo de alto desempenho passou a ser
denominado síndrome de Asperger. Nos anos 1950 e 1960, o psicólogo Bruno
Bettelheim afirmou que a causa do autismo seria a indiferença da
mãe, que denominou de "mãe-geladeira'". Nos anos 1970 essa
teoria foi posta por terra e passou-se a pesquisar as causas do autismo.
Hoje, acredita-se que o autismo esteja ligado a causas genéticas
associadas a causas ambientais. Dentre possíveis causas ambientais, a
contaminação por mercúrio tem sido apontada por militantes
da causa do autismo como forte candidata, assim como problemas na gestação. Em 1972 nos Estados Unidos é
reconhecido o programa TEACCH – The Treatment and Education of Autistic
and Related Communication Handicapped Children (em português: Tratamento e
Educação para Autistas e Crianças com Déficits Relacionados com a
Comunicação) criado por Eric Schopler Professor de psicologia e diretor
desse programa da Universidade da Carolina do Norte até 1994. Um dos pontos
principais desse método é a colaboração entre equipe educadora e a família.
A partir de 1980 com a 3ª edicão
do Manual Diagnóstico e Estatístico (DSM III) é introduzido o capitulo
dedicado a Distúrbio Generalizado do Desenvolvimento no qual o autismo
passa a estar. O autismo é uma alteração
cerebral uma desordem que compromete o desenvolvimento psiconeurológico e
afeta a capacidade da pessoa se comunicar, compreender e falar,afeta seu
convívio social. O autismo infantil é um transtorno do desenvolvimento que
manifesta-se antes dos 3 anos de idade, e é mais comum em meninos que em
meninas e não necessariamente é acompanhado de retardo mental pois,
existem casos de crianças que apresentam inteligência e fala intacta.
Existe também o Transtorno Desintegrativo do Desenvolvimento que
difere do autismo infantil por evidenciar-se somente depois dos 3 anos de
idade, referir-se a um desenvolvimento anormal e prejudicado e não
preencher todos os critérios de diagnóstico. O autismo atípico surge mais
freqüentemente em indivíduos com deficiência mental profunda e em indivíduos
com um grave transtorno específico do desenvolvimento da recepção da
linguagem. Por ainda não ter uma causa específica
definida, é chamado de Síndrome (conjunto de sintomas) e como em qualquer
síndrome o grau de comprometimento pode variar do mais severo ao mais
brando e atinge todas as classes sociais, em todo o mundo.
A maioria dos sintomas está presente nos primeiros anos de
vida da criança. Dentre os sintomas mais comuns destacam-se:
dificuldade de relacionamento com outras crianças,
riso inapropriado, pouco
ou nenhum contato visual , não quer ser tocado,
isolamento, modos arredios, gira
objetos, cheira ou lambe os
brinquedos, inapropriada fixação em objetos,
perceptível iteratividade ou extrema inatividade, ausência de
resposta aos métodos normal de ensino aparente insensibilidade à dor,
acessos de raiva - demonstra extrema aflição sem razão aparente,
procedimento com poses bizarras (fixar objeto ficando de cócoras;
colocar-se de pé numa perna só; impedir a passagem por uma porta, somente
liberando-a após tocá-la de uma determina maneira),
ecolalia (repete palavras ou frases em lugar da linguagem normal),
insistência em repetição, resistência à mudança de rotina,
age como se estivesse surda, dificuldade
de comunicação em expressar necessidades - usa gesticular e apontar no
lugar de palavras, não tem
real noção do perigo, irregular habilidade motora - pode não querer
chutar uma bola, mas pode arrumar blocos. Há alguns anos, as alterações
de linguagem apresentadas por autistas foram consideradas apenas uma
característica do transtorno, porém, atualmente as questões de linguagem
são consideradas como um dos principais problemas do Autismo. A causa específica do autismo ainda é desconhecida, mais há
várias suspeitas de que podem compreender alguns desses fatores tais como:
influência genética, vírus, toxinas e poluição, desordens metabólicas,
intolerância imunológica, infecções virais e grandes doses de antibióticos
nos primeiros 3 anos. A Medicina Alternativa
Complementar, pode ajudar pessoas com autismo. Ao verificar qual foi o dano
causado no organismo (seja no sistema imunológico, alergias ou outros
problemas) e trabalhar na busca de uma solução. Existem dietas,
tratamentos farmacológicos e terapias que em conjunto podem auxiliar a
solucionar ou amenizar situações graves. E todo e qualquer tratamento
iniciado precocemente terá melhores resultados. O tratamento mais adequado
para crianças autistas inclui escolas especializadas e apoio dos pais. Elas
geralmente se desenvolvem melhor em instituições educacionais bem
estruturadas, em que professores têm experiência com autismo. Programas
comportamentais podem reduzir a irritabilidade, os acessos de agressividade,
os medos e os rituais, assim como promover um desenvolvimento mais
apropriado.
Autismo Infantil é o único representante oficial do laboratório Great
Plains no Brasil. Através do site Autismo Infantil, se tem acesso ao mundo
de informação sobre autismo, e como se pode intervir ajudando a um filho
enquanto ele ainda é novinho e mais fácil de responder aos tratamentos
oferecidos pelo Laboratório Great Plains. O Laboratório Great Plains é o
líder mundial em teste (exame) de acidez orgânica, e em níveis anormais
de influência e outros componentes que fazem os sintomas do autismo
piorarem. Oferecem consultas gratuitas por telefone para ajudar a
interpretar os resultados desses testes e achar o melhor meio de tratamento.
O Laboratório Great Plains é localizado em Lenexa, subúrbio de Kansas
City, Estados Unidos e conta com um time completo de bioquímicos e técnicos
de laboratório com excelente experiência, especialistas em consultas em
nutrição, e representantes que trazem um excelente serviço ao cliente.
Ajudam clientes de todas as partes dos Estados Unidos e de todas as partes
do mundo a alcançar seu potencial, e ter uma vida mais saudável. Para
fazer um teste no laboratório, não é necessário viajar para Kansas City.
Os pais ou o médico podem pedir um pacote de análises entrando em contato
imediatamente com o escritório no Brasil, por telefone ou e-mail, pedir um
kit de teste ou clarear alguma dúvida que possa ter. Será enviados o
pacote com informação completa sobre as análises, como coletar as
amostras, como enviá-las etc. E antes de enviar é muito importante que se
obtenha permissão do médico. As despesas de remessas enviadas para
localidades nos Estados Unidos são pagas pelo laboratório, e o laboratório
planeja, no futuro, pagar pelas remessas internacionais. Quando for concluída
a análise, serão enviadas para o médico com a devida interpretação. Para
obter maiores informações acesse ao site:
www.autismoinfantil.com.br
|
||
|
Claudete Silvia
de Oliveira Mello Área Social claudete@machadoc.com.br |
|||
|
|||