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Newsletter nº 328 - Ano IX - 18 de Maio de 2009 |
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Nota Fiscal Eletrônica: desafios e avanços A
movimentação corrente acerca da crescente melhoria e avanço tecnológico
trouxe benefícios também no campo empresarial. E este avanço tem um nome
direto que é Nota Fiscal Eletrônica ou simplesmente NF-e. A
NF-e não deve ser vista apenas como uma melhoria da evolução da
tecnologia, mas sim como instrumento de crescimento e organização
empresarial, possibilitando melhor estrutura e acesso de dados. Hoje
a NF-e inclui uma mudança necessária, afetando completamente as rotinas
das empresas em processos administrativos, logísticos e comerciais. A mudança
é inevitável e abrange um grande número de empresas. O Governo Federal
fecha, a cada dia, as brechas da legislação com a implementação do avanço
da tecnologia. Mas
acreditar que a NF-e que hoje já esta implantada Neste
ponto, levemos em consideração que a Nota fiscal está inserida em um
importante conceito de regularidade da produção,
do transporte e da comprovação
dos produtos comercializados pelas empresas, por mais simples que sejam na
cadeia produtiva. Reside aqui o interesse do Governo Federal em tratar este
assunto com a mesma importância que trata, agora, o SPED – Serviço Público
de Escrituração Digital. Se não houver nota, a mercadoria não pode ser
comercializada, os caminhões não se locomovem até o destino, a rede
produtiva fica estancada. O risco da multa isolada cresceu para o risco do não
crescimento. O avanço trouxe o
desafio da responsabilidade. No
entanto, como vai funcionar esta questão na prática? Quem será o responsável
pelo armazenamento e estruturação? São muitas perguntas e apenas uma
resposta: a empresa. Ela é a responsável direta pela substituição dos
talonários de papéis, por guardar e organizar as informações pelo prazo
de 06 anos, a contratação de um software, o treinamento de uma equipe de
trabalho. E tudo deve ser pesado no tamanho da empresa. No caso das grandes
empresas, este sistema sai direto para equipes já existente que terão a
tarefa de implementar as rotinas que serão alteradas. No entanto, a questão
pesa para as empresas medias ou pequenas. Neste caso um esforço por parte
delas deve ser gerado, pois a necessidade de implementação é direta a
todas as empresas. Boa saída neste ponto esta ligada a terceirização
deste sistema. Neste caso, a saída
é mais barata para estas empresas desde que o parceiro seja confiável,
pois do contrário o trabalho pode ser perdido, e o que poderia ser rápido,
torna-se lento. E
ao falar sobre NF-e, não podemos esquecer que
o Governo cria a regra e concede ao empresário o dever do custo para se
adaptar a ela. Aqui, entramos na concepção do aprimoramento e da utilização
dos processos digitais. É
importante que as empresas comecem a se estruturar, a conhecer e a encontrar
parceiros para o desenvolvimento da Nota Fiscal Eletrônica, que é apenas o
primeiro passo neste percurso de atualização tecnológica.
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CESAR AUGUSTO VENÂNCIO Consultor Jurídico
“ O texto acima é de exclusiva responsabilidade do colaborador.” |
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