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Newsletter nº 334 - Ano IX - 01 de Julho de 2009 |
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RECUPERAÇÃO DO VALOR DO ATIVO – CPC
01 O
objetivo é assegurar que os ativos não estejam registrados por um valor
superior àquele passível de
ser recuperado por uso ou venda. Caso existam evidencias claras que os
ativos estão avaliados por valor não recuperável no futuro, a empresa
deverá reconhecer imediatamente a desvalorização através de constituição
de provisão para perdas. ALCANÇE Este
pronunciamento é de natureza geral e se aplica a todos os ativos relevantes
relacionados a às mais diversas atividades. Tal
pronunciamento aplica-se também que são registrados pelo valor reavaliado.
Porém a identificação de como
um valor reavaliado pode estar com parcela não recuperável depende da base
usada para determinar este valor: 1)
Se o valor reavaliado do ativo
é seu valor de mercado, à única diferença entre seu valor reavaliado
e seu valor líquido de venda é a despesa direta incremental para
desfazer do ativo; a)
Se as despesas para a baixa são
insignificantes, o valor recuperável do ativo reavaliado é necessariamente
próximo a (ou pouco maior que) seu valor reavaliado; neste caso, depois de
serem aplicadas as determinações para contabilizar a reavaliação, é
improvável que o ativo reavaliado não seja recuperável e, portanto, o
valor recuperável não precisa ser estimado, e b)
Se as despesas para a baixa não
são insignificantes, o preço liquido de venda do ativo reavaliado é
necessariamente menor que seu valor reavaliado; portanto, o valor reavaliado
conterá parcela não recuperável se seu valor em uso for menor do que seu
valor reavaliado; nesse caso, depois de serem aplicadas as determinações
relativas a reavaliação, a entidade utiliza este procedimento para
determinar se o ativo parcela não recuperável; e 2)
Se o valor reavaliado do ativo
for determinado em base que não seja a de valor de mercado. Seu valor
reavaliado pode ser maior ou menor do que seu valor recuperável; então,
depois que as exigências forem aplicadas, a entidade
utiliza este pronunciamento para verificar se
o ativo sofreu desvalorização. IDENTIFICAÇÃO DE UM ATIVO QUE PODE ESTAR
DESVALORIZADO Ao
avaliar se há alguma indicação de que um ativo possa ter sofrido uma
desvalorização, a entidade
deve considerar no mínimo as seguintes indicações: a)
Fontes externas de informação: 1)
durante um período, o valor
de mercado de um ativo diminui sensivelmente, mais do que seria de se
esperar como resultado de passagem de tempo ou de uso normal. 2)
Mudanças significativas com
efeito adverso sobre a entidade ocorreram durante o período, ou ocorrerão
em um futuro próximo, no ambiente tecnológico, de mercado, econômico
legal, no qual a entidade opera ou no mercado para qual o ativo é
utilizado. 3)
As taxas de juros de mercado
ou outras taxas de mercado de retorno sobre investimentos aumentaram durante
o período, e esses aumentos provavelmente afetarão a taxa de desconto
usada no calculo do valor em uso de um ativo em uso e diminuirão
significativamente o valor
recuperável do ativo. 4)
O valor contábil do patrimônio
líquido da entidade é maior do que o valor de suas ações
no mercado. b)
Fontes Internas de Informações 1)
Evidencia disponível de
obsolescência ou de dano físico
de um ativo. 2)
Mudanças significativas, com
efeito adverso sobre a entidade, ocorreram durante o período, ou devem
ocorrer em um futuro próximo, na medida ou maneira em que um ativo é ou
será usado. Essas mudanças incluem o ativo que se torna inativo, planos
para descontinuidade ou reestruturação da operação,
a qual um ativo pertence, planos para baixa de um ativo antes da data
anteriormente esperada e reavaliação da vida útil de um ativo como finita
ao invés de indefinida; e 3)
Evidencia disponível,
proveniente de relatório interno, que indique que o desempenho econômico
de um ativo é ou será pior que o esperado. Este
pronunciamento deve ser aplicado somente prospectivamente, não sendo aplicável
em bases retroativas, ou seja, no balanço de abertura. As desvalorizações
ou as reversões de desvalorização que resultem da adoção deste
pronunciamento, ou seja, na demonstração do resultado, a menos que
um ativo seja contabilizado pelo valor reavaliado. A desvalorização
ou a reversão da valorização de um ativo reavaliado deve ser tratada como
uma diminuição ou um aumento de reavaliação. Fonte:
Comitê de Pronunciamentos Contábeis
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Sergio Segat
Consultor Contábil sergio@machadoc.com.br “ O texto acima é de exclusiva responsabilidade do colaborador.”
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São Paulo: Rua Haddock Lobo, 337 - 5º Andar - Cerqueira Cesar - CEP: 01414-001 - Fone/Fax: (11) 3257-8237 Florianópolis: Av. Hercílio Luz, 1395 - sl. 02 - Centro - CEP : 88020-001 - Fone/Fax: (48) 3232-8700 www.machadoc.com.br - E-mail: machado@machadoc.com.br |
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